"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." 2 Timóteo 4.7-8
Aqui é mencionada a condição para receber a coroa da justiça: "guardar a fé". Não temos segurança na nossa fé em si, mas no conteúdo e no objeto da nossa fé, o qual é o próprio Senhor Jesus Cristo! Quando tudo o que é visível desmorona, Ele permanece. Agarre-se nEle em todas as circunstâncias, embora haja tempestade e rujam as ondas, de modo que um dia, no fim da sua vida, você possa dizer: "guardei a fé".
A segunda condição para receber a coroa da justiça diz: amar a Sua vinda, isto é, esperar com grande ansiedade e crescente desejo a vinda do Senhor Jesus. Você tem esse anseio? Esta é a melhor prova de que você pertence a Ele e de que vive na santificação. Você se alegraria se Jesus voltasse hoje? Diga "amém" se você ama a Sua vinda. Ele virá em breve!
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
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domingo, 28 de junho de 2009
RELEMBRANDO...
O DESTINO NOS UNIU

JADSON DE QUEIROS
OLHANDO AS ESTRELAS NO CEU
FICO A LEMBRAR DO NOSSO AMOR
DE TANTAS RECORDAÇÕES SINGELAS
E DOS BEIJOS QUE TROCAMOS COM ARDOR.
ANTES DO NINHO DE AMOR
O PASSEIO NA PRAIA, DE MÃOS DADAS,
A CERVEJA NO BARZINHO DA ESQUINA
E A BELEZA DAS NOITES ENLUARADAS.
A FELICIDADE DESTE MOMENTO
É TER VOCÊ SEMPRE AO MEU LADO,
É VIVERMOS ESSE AMOR INTENSAMENTE
E JUNTOS, CONTINUARMOS DE BRAÇOS DADOS.
SOMOS FELIZES, É TUDO O QUE IMPORTA
VAMOS VIVER JUNTOS FINALMENTE,
O DESTINO NOS UNIU, NINGUÉM VAI SEPARAR
E DESFRUTAREMOS, SIM, DESSE AMOR, ETERNAMENTE.
COM FÉ- SUPERANDO LIMITES

Na foto minha Nora Betãnia - Mulher de FÉ.
Poema de: BETÃNIA DE SOUZA ALVES
Rasgo todos os meus limites
Abro minha alma em pétalas, Buscando a perfeição
Do amor e dessa vida inquieta.
Caminhos tortuosos e difíceis
Desafiam o meu ser
Me deixando entonteada e muda.
Puxam o tapete
Esperando a minha queda
E o esfacelamento de minha estrutura.
Olho em volta busco apoio
Mas o meu corpo vacila e cai.
Na queda desvio o olhar
Para um raio de sol que sai.
A esperança aponta
Mas, no chão estou.
Gelada pelas pedras do asfalto Sinto o peso do mundo sobre o lado esquerdo do peito
Pulsando forte de sobressalto.
O brilho do sol em meu rosto esquenta a face molhada
Pelas lágrimas que caíram
como pingo de chuva
Que deixa a terra aguada.
Levanto a cabeça e o afago do vento sopra nos meus ouvidos
Cantando, dizendo: não chores menina alguém te escuta
Não te deixará ao relento.
Betânia ( escrito em 05.09.88)
INÁCIO MEIRA PIRES

Texto de: JADSON DE QUEIROS
Inácio de Meira Pires, nasceu em Ceará-Mirim, no ano de 1928, na antiga rua São José, vizinho ao Centro Esportivo e Cultural. Descendente da estirpe dos Meira, sendo o Eminente Humanista e Jurista Dr. Olyntho José Meira, o seu bisavô. Desde muito cedo despertou-lhe a vocação teatral, fazendo teatro no quintal de sua casa. Estava nascendo aí, o maior homem de teatro do Rio Grande do Norte e o primeiro Teatrólogo filho de Ceará-Mirim.
Vindo morar em Natal, fundou o Teatro Mocidade e o teatro de Bairro. Escreveu a sua primeira peça que se chamou de Destino. Aos 19 anos ocorria o lançamento da sua comédia, nacionalmente, O Bonitão da Família, por nada mais, nada menos do que o maior ator da época Procópio Ferreira. De então em diante, não fez outra coisa, senão se dedicar de corpo e alma ao teatro, quer seja escrevendo, dirigindo ou representando.
Na peça - ainda inédita - O homem é o lobo do homem - a evocação do Ceará-Mirim está presente no diálogo de Bento e Dorinha, lembrando o bueiro do Engenho Jericó, a igreja de torres compridas, a Virgem da Conceição. Nesta peça, Meira Pires mostra todo o seu amor por Ceará-Mirim, a sua terra amada. Lembra o menino da rua São José, que passou a sua infância entre o seu Jericó e a rua que tanto amava.
Foi Meira Pires, o primeiro filho do Nordeste a ocupar o cargo de Diretor do Serviço Nacional de Teatro, onde lançou o Plano Nacional de Popularização do teatro, recebendo por isto, a homenagem da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), colocando no jardim do Teatro Alberto Maranhão, o seu busto. Além disso, várias placas em bronze assinalam as atividades fabulosas em benefício da cultura teatral brasileira.
Foi biógrafo amoroso e conservador do grande Alberto Maranhão, o mecenas da cultura do Rio Grande do Norte. por mais de vinte e três anos Diretor e Superintendente do teatro Alberto Maranhão. Meira Pires, fazia do Teatro Alberto Maranhão, o seu lar artístico durante toda a sua vida. De temperamento forte, predestinado para vencer desafios, Meira, era um amigo leal e sincero. relembro Meira boêmio, o notívago, o pai amável, o esposo querido, o cidadão comum. Meira a figura humana da paisagem da cidade, sua presença marcante dentro da noite, varando madrugadas na conversa gostosa das esquinas e bares. Ninguém melhor do que ele soube viver o dia-a-dia desta cidade, Na peça - ainda inédita - O homem é o lobo do homem - a evocação do Ceará-Mirim está presente no diálogo de Bento e Dorinha, lembrando o bueiro do Engenho Jericó, a igreja de torres compridas, a Virgem da Conceição. Nesta peça, Meira Pires mostra todo o seu amor por Ceará-Mirim, a sua terra amada. Lembra o menino da rua São José, que passou a sua infância entre o seu Jericó e a rua que tanto amava.
Foi Meira Pires, o primeiro filho do Nordeste a ocupar o cargo de Diretor do Serviço Nacional de Teatro, onde lançou o Plano Nacional de Popularização do teatro, recebendo por isto, a homenagem da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), colocando no jardim do Teatro Alberto Maranhão, o seu busto. Além disso, várias placas em bronze assinalam as atividades fabulosas em benefício da cultura teatral brasileira.
Câmara Cascudo certa vez o chamou de Ventania do Nordeste.
Na sua posse na Academia Norte-Riograndense de Letras, foi saudado, pelo Escritor filho de Ceará-Mirim, Nilo Pereira, que em seu discurso, chamou aquela noite maravilhosa, de a noite do Ceará-Mirim, pois lá estava o mestre Edgar Barbosa, filho também do Ceará-Mirim.
Na sua saudação a Meira Pires, disse o Mestre Nilo Pereira: “Creio que levais as folhas secas, para que na estrada, às vezes à espera, reverdeçam as árvores do idealismo sempre posto à prova. Mais do que, como disse o mestre Cascudo, ventania, acontece às vezes desabais como furacão. Podemos sentir à distância os prenúncios da tempestade”. Mostra Nilo Pereira, nesta saudação a Meira Pires, toda a força intelectual deste cearamirinense bravo e forte. Escrevendo na orelha do livro de Meira Pires, “Teatro Alberto Maranhão e seu Patrono” disse o escritor Veríssimo de Melo: “Tudo isto é trabalho de um homem lúcido e determinado, que não mede sacrifícios para a consecução dos seus ideais, que ama verdadeiramente a arte cênica e para a qual o teatro é a razão maior de ser de sua vida”. Vejamos abaixo as obras publicadas e não publicadas de Meira Pires:.A mulher de preto (monólogo em dos atos); Um resto de tragédia (tragédia moderna em 3 atos); Teatro (contendo as peças Bonitão da Família e Senhora de Carrapicho); João Farrapo (peça em três atos); Cabeça do mundo (peça em três atos); Teatro que aprendí (estudos); Teatro Alberto Maranhão e seu Patrono (síntese histórica); O papel da Reserva Militar (conferência); Caxias, O Pacificador (conferência); TENAT (Um projeto cultural (discurso); Uma política de Teatro no desenvolvimento do Nordeste (estudo), dentre outras.
Hoje, relembramos um pouco da vida ínsigne teatrólogo. Tive a honra e a felicidade de ter privado de sua amizade, como seu compadre, amigo e companheiro de ofício. Ele costumava dizer que era o primeiro teatrólogo do Ceará-Mirim, e eu, o segundo, pois eu havia vindo depois dele. Não é por acaso que se nasce em Ceará-Mirim; não tive esse privilégio, mas nesta amada terra eu crescí, aqui nasceram meus filhos e hoje, parte dos meus netos, estão nascendo lá.
Meira Pires, faleceu prematuramente em novembro de 1982. Tem um personagem de Shakespeare chamado Hamlet, que ferido mortalmente, olhando o mar diz: “...só resta o silêncio...” Para você Meira Pires eu diria, olhando para o rio Ceará-Mirim ou Rio Azul, ferido não pela adaga do inimigo, como o personagem citado, mas sim, ferido pela saudade eu diria: só resta o silêncio profundo da tua ausência querida.
Esperamos que o Ceará-Mirim, através da Prefeitura Municipal e dos órgãos de cultura, façam Justiça prestando homenagem a este seu filho ilustre.
CEARÁ-MIRIM E O SEU TEATRO NA DÉCADA DE 60.

Elenco da Peça: Em pé: Floriano, (?), Segundo Lima, Mário Pinheiro, Tarciso Barreto,(?), Manoel Barbosa, Willians Ferreira, Crisanto Varela,
Fernando Barros, (? ). Sentados: (?), Severino Xavier, Diocleciano Cid, Lurdinha,
Nininha, Teobaldo Tito e Jadson Queiros.
Parece pouco provável que se possa fixar a data em que se iniciaram, em Ceará-Mirim, as representações teatrais.
Porém, vamos falar da movimentação teatral nos anos 1960. Fundamos juntamente com Diocleciano Cid, o Teatro de Estudantes de Ceará-Mirim formado por amadores.
Partimos para montar um grande espetáculo teatral. A peça escolhida foi o original de autoria do renomado autor Amaral Gurgel, intitulada “A trágica noite de Natal ou “Os Transviados”. Um drama muito forte em três atos. Passamos mais de um mês ensaiando todos os dias. Neste ano estava sendo diplomada a primeira turma da Escola Técnica do Comércio, para a qual foi destinada a renda do espetáculo.
Apresentamos por três noites seguidas e as dependências do Centro Social leci Câmara, literalmente lotadas. A montagem da peça obedeceu rigorosamente o que exigia o texto ou seja, cenário montado em gabinete fechado, haviam dois cenários,: uma sala de residência e uma sala montada pata o Tribunal do Júri, com todos os jurados, o juiz, os advogados, escrivão e policial.
Vale salientar a grande interpretação, quase perfeita, do saudoso Fernando Barros, no papel de advogado de acusação. O grande talento de Diocleciano Cid, no papel de réu; as interpretações perfeitas de Nininha, Lourdinha e completando o elenco principal da peça, o autor deste artigo, que dirigiu o espetáculo e fez o papel de advogado de defesa e irmão do réu.
O final da peça foi grandioso, o réu foi absolvido, e, em seguida, ao chegar em casa, veio a morrer nos braços de sua Mãe, na presença de outros familiares. A emoção tomou conta da seleta platéia, as pessoas aplaudiam de pé, gratificando assim, todos os artistas que também emocionados choravam e riam ao mesmo tempo.
Participaram do elenco da peça, todos os concluintes da Escola Técnica de Comércio,Wilimam Ferreira, Manoel Barbosa, Mário Pinheiro, Segundo Lima, Crisanto Varela, e outros. Participaram também do elenco de apoio, Severino Xavier e Diocleciano Cid.
Depois so sucesso vieram outros grupos: teatro Unidos Meira pires, Grupo Cênico Monsenhor Celso Cicco. Vieram daí grandes apresentações como: “Eles não usam Blach-tie”, “A Face do Senhor””, “O Santo e a Porca” e “Chico Vaqueiro” de minha autoria.
Seria uma injustiça se não fosse citados aqui todos os que fizeram teatro, com muito amor e dedicação, muitas vezes até fugindo de suas limitações. Diocleciano Cid, Manoel Ferreira, Joaquim Nunes, Antonio de Jesus, Valdir Machado, Guilherme Queiroz, Fernando Barros, Severino Xavier, Raimundo Cavalcanti, Lourdinha, Nininha, paizinha, Izabel, Margarida de Castro, Nadege Barros, Creuza Campos, Francisca, Marli, Wilimam, Josemar. Peço desculpas se alguém não foi citado, pois foram tantos que a memória pode ter esquecido.
Quero para finalizar este artigo, fazer justiça a um homem que ajudou ao teatro municipal, o professor João de Castro. A ele nossa homenagem maior.
Texto de JADSON DE QUEIROS
Transcrito do Blog do Prof. GIBSON MACHADO
domingo, 14 de junho de 2009
PALAVRA DO SENHOR

"Então ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas, e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! pois reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso." Apocalipse 19.6
Não deveríamos nós, como cristãos, que estamos a caminho dessa eterna glória, tomar como exemplo aquilo que no céu merece tanto empenho e tanto tempo? Descuidamos totalmente o louvor e as ações de graça para com nosso Senhor! Se a tarefa mais importante dos anjos consiste em louvar a Deus, deve haver um motivo muito importante para isso. Se o céu julga suficientemente importante que Deus seja louvado dia e noite pelos querubins, isso deve ter conseqüências poderosas (comp. Ap 4.8-11). Examinemos concretamente o assunto desta maneira: se a tarefa mais importante dos exércitos celestiais consiste em louvar a Deus, logicamente a tarefa primordial dos homens também deveria consistir na adoração, no louvor e no agradecimento ao Senhor. Ao louvarmos e adorarmos ao Senhor somos transformados passo a passo de glória em glória na semelhança do Deus eterno. Por isso quero dizer que adoração é a mais significativa atividade; ela dá a Deus a condição de alcançar o alvo mais elevado do Universo, que é conduzir muitos filhos e filhas à glória.
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)
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